sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Compostagem Doméstica: um dever ético!

" Tendo em conta as condições de que dispõe e na medida do possível, é a natureza que faz sempre as coisas mais belas e melhores"
        Aristóteles 

Ontem foi o dia mundial da Filosofia! Um dia para reflectir e agir....parece que cada vez menos as pessoas têm tempo para parar e pensar, ou porque não podem ou porque não são estimuladas para o fazer ou simplesmente não querem. Os filósofos são seres inúteis e enfadonhos, as teorias dos mais conhecidos só atormentam os adolescentes no ensino secundário e os livros de filosofia não se vendem ( mesmo que apareçam ao desbarato). Enfim, esta sociedade global teima em querer esquecer as questões estruturais e tudo o que não dá lucro nem contribui para a economia capitalista! Mas, pronto, já que tenho dedicado a minha vida a esta inutilidade, ontem decidi celebrar este dia inaugurando e montando o meu novo compostor doméstico. Coisa que me levou uma tarde inteira e me ocupou a mente...
Só para que conste e aos interessados residentes no grande Porto, podem ir ao site da Lipor http://m.lipor.pt/pt/ e inscrevem-se no programa Terra à terra e ganham um compostor!
Ora, como eu já há uns anitos fiz o curso de compostagem doméstica, fui toda satisfeita à  Lipor buscar o meu compostor e ainda ganhei um balde de oferta também.


Aproveitei para revisitar a Horta da Formiga e comprei 40 l. De corretor de terra, isto é, adubo natural da Nutri mais, na esperança que esta tenha sido a minha última compra de adubo, pois, com o compostor agora vou ter o meu próprio adubo! Eheheh
Como desde o início da semana que andava a juntar todos os desperdícios e sobras de legumes, fruta, cascas de ovo e borras de café  (que fazem parte da camada verde) só tive de me preocupar em arranjar uns restos de podas de árvores e troncos (camada dos castanhos) que apanhei previamente com a B. num pinhal. Com todos os materiais reunidos foi simples dar o pontapé de saída na compostagem caseira....
No fundo coloquei os tais troncos que permitirão o arejamento e a drenagem, em seguida a camada de verdes e depois a dos castanhos. Até parece um puzzle em que se brinca com a ecologia e a quimica...eheheh, tudo em camadas. Os castanhos ricos em carbono, em seguida os verdes cheios de azoto, nova camada de castanhos....agora tenho dois meses de brincadeira de camadas até ter o meu adubo natural para a minha mini horta!
Feita a coisa vamos lá ao balanço:
1 - Estou a diminuir os restos alimentares crus, que assim não têm de ir para o aterro. E olhem que se nota bem essa diminuição, em poucos dias já enchi o balde várias vezes.
2- Consigo aproveitar as folhas e ervas da horta, reciclo-as no compostor e também diminuo o lixo ambiental.
3- produzo o meu próprio adubo biológico para melhorar a qualidade da terra da minha hortita.
4 - Dou o exemplo e envolvo a B. em boas práticas de cidadania e sustentabilidade. O que me parece um óptimo investimento educativo.
5 - Aplico os meus conhecimentos científicos  ( pelo menos alguns) e durmo de consciência mais tranquila por estar a ajudar a natureza.
6- Continuo orgulhosa a apostar na inútil filosofia, mas com a certeza que o bem e a ética têm de ser praticados sistematicamente, mesmo que em micro escala. Ou seja, é a minha gota de água para o desenvolvimento mais sustentável.
Pronto, tá feito! Acho que tive um belo dia mundial da filosofia, de manhã andei a apanhar perpétuas no cantinho das Aromáticas e à tarde pus em funcionamento o meu compostor!


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Às compras na Foz! um pequeno luxo....vejam só!

Viver no Porto já por si mesmo é um luxo! A cidade está cada vez mais na moda e todos os dias continua cheia de turistas ávidos de beber um pouco deste recanto...
Continuo à procura dos meus velhos hábitos e de repor rotinas que em tempos tiveram de ser interrompidas! Andar de bicicleta pela Foz e saborear um café numa das belas esplanadas, faz parte desse conjunto.
Este fim-de-semana estava em Matosinhos a comprar peixe quando em conversa com uma amiga que mora na Foz falei das saudades que tinha de fazer compras no sr. Almeida, o homem da carroça a quem comprava legumes junto ao mercado da foz! E não é que para meu espanto ela me disse onde o encontrar agora?!
Nem queria acreditar quando vi a carroça estacionada junto à padaria de Gondarem!
Assim, " matam-se dois coelhos de uma só cajadada". Posso retomar as compras no sr. Almeida enquanto tomo o pequeno-almoço na Padaria Formosa. Eheheh

O sr. Almeida vende bons legumes, como ele diz, tudo da sua lavoura e tudo fresco, apanhado no dia. De facto, é quase como ir à sua horta....e nesta carroça há quase de tudo um pouco: batatas, nabos, grelos, pencas, courgettes e abóboras, cenouras e salsa...e tomate coração de boi, que nesta altura já é raro!
Homem da cidade tão típico como a Foz, é sempre um prazer trocar umas palavras com este senhor, tem sempre bom humor e umas deixas que nos desarmam....quando referi que já não o via há uns 3 anitos e que estava contente por o reencontrar, respondeu-me num relâmpago que ele não tinha ido pra lado nenhum....eheheh, é um facto!
Agora já sei que todas as terças, quintas e sábados de manhã está ali, às vezes também aos Domingos que há ali perto uma capela. ..eheheh, o sr. Almeida sabe-a toda, leva jeito pro negócio.
Depois dos legumes comprados sentei-me a saborear um belo bocado de regueifa com manteiga na nova esplanada da padaria Formosa!

Esta padaria tinha-a descoberto aí há uma meia dúzia de anos, com pães fresquissimos e de enorme variedade...foi com agrado que me encantei agora com a esplanada!

E como se não bastassem os pães, tem ainda uma vasta gama de bolos e salgados sempre a sair e um espaço onde encontram os doces e compotas mais incríveis como a compota de castanha ou de vinho do Porto.
Digam lá que não é um luxo fazer compras destas em plena Foz?! O Porto tem destes segredos....😉

domingo, 6 de novembro de 2016

Feira dos Santos....Mangualde e o regresso às origens!

Este fim-de-semana teve um sabor diferente, um sabor de outros tempos e de todos os tempos que têm feito parte da minha história...rumámos a Mangualde para a feira dos Santos! https://m.facebook.com/Feira-dos-Santos-Mangualde-809078875783901/
Esta é uma feira com sabor muito especial! E com cheiros e cores próprios. ..
Misturam-se emoções e recordações. Cresci a gostar desta feira. Quando era pequena sabia que ela traria a avó e os tios e que a casa enchia de alegria e festa! Na adolescência a feira era o espaço de liberdade percorrida com os amigos a vender rifas para os escuteiros. Uma vez fui com a minha amiga Ginha vender pulseiras e outras peças de artesanato, pratos pintados e bonecas de espiga que a minha mãe nos fazia...divertia-me imenso a brincar aos feirantes e fazia féria!!!!! Mais tarde, a feira era o fim-de-semana de reencontro dos amigos que voltavam por esta altura, reunião de família antecipando o Natal! Havia sempre festa!!!
Este ano, depois de uns tantos anos sem ir à feira, voltei!
Ontem foi com bastante surpresa que estive na abertura oficial com uma Wine Dão Party!



É sempre agradável perceber as transformações e assistir ao modo como as tradições se reconstroiem...
Com uma equipa dinâmica na edilidade a Feira rejuvenesce e ganha nova identidade! Em boa hora João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, decidiu fazer da abertura da feira um momento de festa aberto a todos os munícipes! 
Temos sido várias vezes apontados como um povo demasiado formal e agarrado a velhos costumes, entre os quais se contam o gosto pelas sessões solenes e discursos enfadonhos reservados para uns quantos entediados cumpridores de funções que dificilmente conseguem escapar à obrigação de um compromisso. É um facto!
Felizmente, aos mais jovens se reserva a ousadia e criatividade e o João tem a cabeça "bem arejada"...por isso, "este pontapé  de saída" da edição da Feira dos Santos 2016 com uma Dão wine Party e um show cooking no mercado municipal revela a verdadeira respeitabilidade pela tradição consciente de que esta se inova dia a dia.
Mais, num concelho implantado em pleno coração da região do Dão, em que o vinho é importante produto económico, cultural e social; e numa feira também conhecida pelas suas febras...que melhores aliados se poderiam almejar que não, os vinhos e a gastronomia, para simbolizarem este evento?!

Ainda bem que a maioria dos produtores de Dão desta zona se fizeram presentes! Saboreamos com agrado um Monteirinhos, feliz descoberta neste certame. Provámos um cocktail Encruzado Spritz e claro que fomos provar o melhor vinho da Quinta de Carvalhais.




Com estes nectares e reencontros com amigos de infância ao ritmo de boa música, as conversas postas em dia e o reviver de memórias tiveram a densidade própria de uma noite que guardou todos os sentidos que cabem num espírito emocionado!
E porque falamos de recordações, não podemos terminar este post sem aqui deixarmos umas belas fotos da Feira de outros tempos, quando se fazia pelas ruas da cidade tal como agora, felizmente, se voltou a fazer....

Ainda bem que há tradições que continuam o seu caminho e que servem para unir e reunir passado e presente com a esperança de continuar a viver e vivificar estes momentos, pois, o que de melhor há nestas coisas são as pessoas que nos fazem sentir tão bem e nos tornam a vida mais leve!
Claro que não terminei o fim-de-semana sem comer os rojões à moda de Mangualde, feitos a preceito pela minha mãe. Que bem que soube este regresso! Sou uma felizarda! Bem-haja e para o ano voltaremos certamente!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Marmelada, Halloween e estórias dos Santos....

Ontem foi noite de " doçuras e travessuras"!!!! Isto quer dizer que estamos no tempo de Halloween.
O tempo da B. que também já foi o meu tempo. Sou de uma geração que conheceu as festas de Halloween através da disciplina de Inglês no ensino preparatório e depressa começámos a vestir-nos de bruxas e vampiros com roupas velhas improvisadas e muita paciência e ajuda da mãe. Quando eu era criança e adolescente não havia festas nem comércio alusivo ao Halloween, vestidos a rigor e em grupos de vizinhos calcurreavamos as ruas em redor de casa a pedir doces e assim nos divertiamos, depois vinhamos para casa com os sacos cheios de rebuçados, chocolates, bolachas e biscoitos e felizes comíamos o que tinhamos ganho.
Hoje a noite de Halloween não mudou muito, só tem mais glamour e artificialismo. As lojas decoram-se com abóboras, aranhas e vampiros. Há toda uma panóplia de artigos decorativos, fatos a venda e até bolos alusivos ao tema. A B. desde sempre se vestiu e foi pedir, ora com vizinhos ora com as amiguinhas. Se bem, que aqui para as nossas bandas não haja grande tradição e por isso tivemos de mudar geograficamente o local de " ataque"!!!! Eheheh
Mas antes de vos contar como correu a nossa noite, e, como falamos de tradições vou divagar sobre marmelos e marmelada.
Julgo que não deve haver casa portuguesa onde não haja marmelada, esse doce em tigelas que atravessa gerações.
Sempre foi a minha mãe que fez a nossa marmelada. Ela que cresceu em casa grande de mulheres e que aprendeu da forma mais tradicional a fazer marmelada e geleia!
Eu sou uma apreciadora de ambas. E acho que os marmelos são mesmo "maçãs de ouro". Gosto do seu perfume, do cheiro da marmelada acabada de fazer, de os assar a acompanhar carne....não foi a toa que os gregos os imortalizaram!!!! Parece que Afrodite terá oferecido uma maçã de ouro a Páris e que este ao escolher o Amor de Helena terá nessa altura dado origem à célebre Guerra de Tróia. O que é certo é que hoje sabemos que essas referidas maçãs de ouro são os marmelos. Fruto também ligado à fertilidade e de inúmeros benefícios....
Bem, ontem vi uns marmelos bem bonitos na frutaria onde fui às compras e não resisti. Lembrei-me da receita de uma amiga e meti mãos à obra!!!

Esta marmelada tem a vantagem de dispensar a fase de descascar os marmelos ( a mais chata e trabalhosa, diga-se). Então vamos lá à bendita receita.
Colocam-se os marmelos de molho em água durante um par de horas. A seguir, com uma esponja de lavar louça esfregam-se bem para lhes retirar a penugem e as impurezas. Depois cortam-se aos cubos, retiram-se os pés e os caroços e colocam-se com açúcar numa panela.
Vai ao lume durante uma boa hora em lume brando e sempre atenta vai-se mexendo durante toda a cozedura. Por último passa-se com a varinha mágica e volta ao lume até fazer ponto estrada. Quando estiver nesse ponto é só deitar em tigelas.
Pronto, foi a minha estreia. Fiz a minha primeira marmelada!!!! Estou ansiosa por provar daqui a dias, mas estou orgulhosa, ficou bem bonita!
Depois, fomos com a nossa " zombie bailarina" a um jantar de Halloween onde não faltou " porto tónico ensanguentado",  "sangria de vampiro", "chapéus enfeitiçados   de bruxas", " os porquinhos jazem no prato" e muitos meninos vestidos a preceito para uma noite mágica!!!!


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Como em Outubro pega tudo....fui tratar da minha horta!





Estou estafada! Ter uma horta dá trabalho, sem dúvida....e ainda que os últimos estudos digam que andar nestas lides e sujarmo-nos com terra é o melhor dos antidepressivos, tenho a dizer o seguinte: primeiro - não ando deprimida; segundo - saio da horta mais morta que viva!; terceiro - odeio ervas daninhas, sobretudo urtigas.
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Pronto, agora que já desabafei....posso contar-vos o que andei a fazer esta manhã.
A maior parte do tempo e das energias ficaram por conta das ervas!!!! Quando cheguei à horta parecia que tinha plantado um magote de ervas, até cheguei a duvidar se teria plantado mesmo os espinafres, é que nem se viam!!!! Se o resto das plantitas crescesse à mesma velocidade que estas urtigas, baldroegas, trevos e sei lá mais o quê....estava bem feliz!!!! Mas pronto, a natureza tem sempre forma de se afirmar e há que arrancar estas espécies antes que engulam a minha plantação!
Depois da horta quase limpa, comecei a preparar os regos para os meus novos rebentos: brócolos!!!
As minhas Brassicaceaes: couve-roxa, espinafres e brócolos

No canto direito da horta decidi plantar bracicaceaes, ou seja, uns exemplares da família das couves. Optei por couves-roxas, espinafres e brócolos. Ali é o canto da D. Maria Repolho, é ela quem afasta os pássaros e vigia as minhas  pequeninas roxas e verdes sob o olhar atento da cerejeira.
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Agora já se parece mais uma horta verdadeira já temos: couves-roxas, espinafres, brócolos, acelgas, beterrabas, alfaces, alho-francês.
Árvores de fruto já são 4: oliveira, cerejeira, limoeiro e o meu pé de Sechium edule que já dá chuchus!!!


Ainda houve tempo para tratar do meu jardim aromático. Sim, que também tinha vasos novos para mudar.

Aqui ao pé dos morangueiros já há plantas suficientes para fazer um bom raminho de cheiros: temos perpétuas roxas e brancas vindas directamente do Cantinho das Aromáticas. 

Mas também há tomilho, um maracujazeiro, uns pés de pimentos picantes, uma planta de aloe vera perto de umas sardinheiras.
cebolinho, manjericão, hortelã, segurelha...
Bem, agora que olho para estes verdes todos, sinto-me cansada mas orgulhosa, já é um belo começo!!! Eheheheh



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Chegou o FIMP e nós já fizemos as nossas marionetas!

Tenta. Fracassa. Não importa. Tenta outra vez.
 Fracassa de Novo. Fracassa melhor.
    Samuel Beckett
O FIMP - Festival Internacional de Marionetas do Porto chega, desde há mais de duas décadas à cidade,  e com ele uma série de artistas e companhias de várias partes do mundo para nos mostrarem o que de melhor há nesta arte de animar e manipular marionetas. Era o festival de Isabel Alves Costa, mas desde o seu desaparecimento que é dirigido e muito bem por Igor Gandra.
Até dia 23, próximo Domingo, há muitos e bons espetáculos, workshops e Wips (mostra de trabalhos em processo), uma livraria ambulante e alguns encontros inesperados em vários locais da cidade. Podem consultar todo o programa aqui
http://www.fimp.pt/
A propósito de workshops fizemos o nosso na tarde de Domingo . Vestimos a pele de Família Ramos e lá fomos até à travessa da Formiga, sala de ensaios e casa-mãe do Teatro de Ferro.
Somos fiéis seguidores do excelente trabalho desta companhia e temos um carinho muito especial pelo Igor Gandra e Carla Veloso. Tem sido sempre surpreendente vê-los trabalhar, com muita técnica e profissionalismo. Uma base de investigação constante, o privilégio por autores portugueses, a itinerancia e as intervenções e projectos pedagógicos têm sido a marca desta companhia que, nos parece cada vez mais afirmar-se como uma alternativa aos espetáculos demasiado ruidosos, espalhafatosos, fantasiosos e outros epítetos do género para a generalidade do marasmo cultural em que caímos. Nesta companhia as experiências em família são bstante valorizadas e por isso, no Fimp este workshop fazia todo o sentido.

Começámos por receber as explicações e orientações sobre o processo que íamos iniciar. O objectivo era construir em duas horas ( OMG, 2h!!!!! Só! !!!) uma marioneta a partir dos ramos que sobraram das podas de árvores da cidade. Transformar desperdício vegetal numa forma animada, dar-lhe um nome e vida própria. O início de uma história. ...



Depois de conversarmos em reunião de conselho familiar hiper-rapido decidimos tentar construir uma bailarina! Sim, que a B. adora dançar....Felizmente, o homem da casa tomou as rédeas da execução, que é como quem diz, serrou, cortou, aparafusou, pregou...enfim, fez o trabalho quase todo. Eu e a B. somos muito boas a dar ideias e a ligar aos pormenores, mas usar aquelas ferramentas era mais complicado! Eheheheh.

Bem queríamos conseguir fazer um exemplar que pudesse fazer parte dos da família ramos...e, afinal a B. achou que afinal havia tempo para fazermos um amiguinho para a bailarina!

Durante estas duas horas parece que fizemos uma boa equipa. Conseguimos concretizar o nosso projecto e divertimo-nos imenso com as nossas inabilidades e tentativas engenhocas, e percebemos que as outras famílias estavam também bastante divertidas e criativas. No final, houve uma pequena encenação de apresentação dos criadores e seus produtos e foi um final apoteótico....
Apareceram bonecos árvore-martelo.


 Bonecas que gostavam de fazer massagens e de dar apertos de mão....



Um ouriço, bonecos com várias cabeças....eheheh....todo um mundo de improváveis marionetas que passaram a fazer parte da família dos seus criadores!
Nós também apresentámos as nossas criações: a Bailarvorina e o seu amigo Micas Verde

 Agora  Bailarvorina e o Micas verde estão no quarto da B. Juntaram-se a um fimpalito e outras marionetas e de noite ganham vida.....😉